Ser criança é viver
É viver no mundo encantado
É viver na fantasia
Edilson Gomes
gestor
DIA DAS MÃES
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
PARABENS PROFESSOR
AUTOR: José de Ribamar Carvalho Filho
É O PROFESSOR QUE NOS LEVA A ENCONTRAR
O CAMIHO QUE TODO MUNDO SONHA.
NOS TIRA DO MUNDODA VERGONHA,
AJUDANDO AS LETRAS DECIFRAR.
COM A FORÇA QUE BROTA DO SEU SER
NOS CONDUZ PARA A CORRETA DIREÇÃO.
EMPRESTA A ALMA, SENTIMENTO E CORAÇÃO
PARA INSERIR-NOS NO MUNDO DO SABER.
COM PRAZER ENSINA A CONTEMPLAR,
MESMO AS COISAS MAIS SIMPLES DESSE MUNDO.
É QUEM SEMPRE ABRE A PORTA PRO ARTISTA,
LUTA CONTRA O ANALFABETISMO IMUNDO,
TORNA A VIDA MAIS CHEIA DE CONQUISTA.
SÓ RESTA AQUI A ELE PARABENIZAR.
sábado, 9 de outubro de 2010
Humberto de Campos Veras (Miritiba, 25 de outubro de 1886 — Rio de Janeiro, 5 de dezembro de 1934) foi um jornalista, político e escritor brasileiro.
Biografia
Era filho de Joaquim Gomes de Farias Veras e Ana de Campos Veras. Nasceu no então município maranhense de Miritiba - hoje batizado com o seu nome. Com a morte do pai, aos sete anos, mudou-se para São Luís e, aos dezessete, foi para o Pará, onde trabalhava como jornalista.
Aos 24 anos publica seu primeiro livro de versos (1910), intitulado "Poeira", que lhe dá razoável reconhecimento além do Norte e Nordeste. Dois anos depois muda-se para o Rio de Janeiro, continuando a carreira jornalística e, como ativista, tornou-se famoso sob o pseudônimo de Conselheiro XX.
Em 1920 ingressa na política, elegendo-se deputado federal pelo estado natal, e renova-o, sucessivamente, até perder o mandato com a Revolução de 1930. Getúlio Vargas, admirador do escritor, nomeia-o diretor da Casa Ruy Barbosa.
Sem estudos, Campos entretanto foi um dos grandes autores brasileiros, mesmo que seus escritos não tenham o merecido destaque. Inovou nas crônicas, adicionando ao estilo novos elementos. Quando adoeceu, mudou completamente seu estilo: de mordaz e cômico, transformou-se num arauto em defesa dos menos favorecidos, encontrando agora consolo por parte dos mais pobres.
Abandonado pelos parentes e antigos amigos poderosos, persiste contudo em sua nova e definitiva fase. Recebe dezenas de cartas de pessoas carentes. Submete-se a várias operações, fica cego, e assim falece, justamente quando nascera um "novo" Humberto de Campos.
Academia Brasileira de Letras
Eleito para a cadeira 20, cujo patrono é Joaquim Manuel de Macedo, da qual foi o terceiro ocupante, foi recebido a 8 de maio de 1920, por Luís Murat.
Obras
Além do Conselheiro XX, Campos usou os pseudônimos de Almirante Justino Ribas, Luís Phoca, João Caetano, Giovani Morelli, Batu-Allah, Micromegas e Hélios. Deixou Humberto de Campos um diário secreto, publicado postumamente, causou enorme polêmica, destilando o autor críticas e comentários mordazes aos seus contemporâneos.
Além de Poeira, publicou:
Da seara de Booz - crônicas - 1918
Vale de Josaphat - contos - 1918
Tonel de Diógenes - contos - 1920
A serpente de bronze - contos - 1921
Mealheiro de Agripa - 1921
Carvalhos e roseiras - crítica - 1923
A bacia de Pilatos - contos - 1924
Pombos de Maomé - contos - 1925
Antologia dos humoristas galantes - 1926
Grãos de mostarda - contos - 1926
Alcova e salão - contos - 1927
O Brasil anedótico - anedotas - 1927
Antologia da Academia Brasileira de Letras - participação - 1928
O monstro e outros contos - 1932
Memórias 1886-1900 - 1933
Crítica (4 séries) - 1933, 1935, 1936
Os países - 1933
Poesias completas - reedição poética - 1933
À sombra das tamareiras - contos -1934
Sombras que sofrem - crônicas - 1934
Um sonho de pobre - memórias - 1935
Destinos - 1935
Lagartas e libélulas - 1935
Memórias inacabadas - 1935
Notas de um diarista - séries 1935 e 1936
Reminiscências - memórias -1935
Sepultando os meus mortos - memórias - 1935
Últimas crônicas - 1936
Contrastes - 1936
O arco de Esopo - contos - 1943
A funda de Davi - contos - 1943
Gansos do capitólio - contos - 1943
Fatos e feitos - 1949
Diário secreto (2 vols.) - memórias - 1954
Psicografia
É polêmica antiga no meio jurídico o valor probatório da psicografia. O caso mais famoso indubitavelmente foi o de Humberto de Campos. A partir de 1937, três anos após a morte de Campos, várias crônicas e romances atribuídos ao escritor começaram a ser psicografados pelo médium brasileiro Chico Xavier. Entre as obras, todas editadas pela Federação Espírita Brasileira, a de maior notoriedade entre os espíritas brasileiros foi Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho. No ano de 1944, a viúva de Humberto de Campos ingressou em juízo, movendo um processo contra a Federação Espírita Brasileira e Francisco Cândido Xavier, no sentido de obter uma declaração, por sentença, de que essa obra mediúnica "era ou não do 'Espírito' de Humberto de Campos", e que em caso afirmativo que ela tivesse os direitos autorais da obra. O assunto causou muita polêmica e, durante um bom tempo, ocupou espaço nos principais periódicos do País. A Autora, D. Catarina Vergolino de Campos, foi julgada carecedora da ação proposta, por sentença de 23 de agosto de 1944, do Dr. João Frederico Mourão Russell, juiz de Direito em exercício na 8º Vara Cível do antigo Distrito Federal. Tendo ela recorrido dessa sentença, o Tribunal de Apelação do antigo DF manteve-a por seus jurídicos fundamentos, tendo sido relator o Ministro Álvaro Moutinho Ribeiro da Costa.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Projeto de Leitura
Tema: Acriança aprende e se diverte no mundo das letras.
Eixo Temático: A leitura
Colégio: Unidade Escolar Gonçalves Dias
Componente Curricular: Todas as disciplinas
Publico alvo: Ensino fundamental 1º /5º ano
Duração: bimestre
Justificativa
O que temos assistido durante todos esses anos de atuação na área de educação é um grande fracasso no que diz respeito o gasto pela leitura por parte dos alunos. Nota-se grande ansiedade dos professores em despertar nos educando o interesse pela leitura procurando mostrar que está pratica deve se fazer presente em nossas vidas e que devemos considerar como uma ponte para o conhecimento que nos leva ao desenvolvimento e ao exercício pleno de nossa cidadania. São inúmeras técnicas, incansáveis tentativas que o professores buscam para vencer esse broqueio e mudar essa realidade na qual os alunos chegam a 4º série do Ensino Fundamental sem o domínio da leitura e da escrita. Com a intenção de contribuir de forma de forma significativa elaboramos este projeto de leitura para levar aos alunos mais um incentivo para o exercício de leitura lúdica e prazerosa. Através das atividades aqui propostas esperamos ajudar o educando da Unidade Escolar Gonçalves Dias se tornar sedados.
Objetivo geral:
Criar condições favoráveis à pratica de leitura na escola, com vistas a contribuir co a formação de cidadãos leitores competentes.
Objetivos específicos:
Identificar diversos tipos de textos literários.
Reconhecer a literatura como estratégias para a busca de novos conhecimentos.
Reconhecer os diversos gêneros literários.
Diferenciar textos não literários de textos literários.
Procedimentos metodológicos
MÍDIA ATIVIDADES METODOLOGIA
Computador internet Pesquisa letras e musicais Cada aluno pesquisa sobre cantor música preferida e coreografia
Computador (writer) Digitar questionários Elaboração de questionário e entrevistas para avaliação diagnostica das atividades
Digitar texto Elaboração e organização poesias, contos e historias criadas pelos alunos
Digitação de texto Construção de letras informativos, com noticias da cidade do cantores m
Computador (paint tuxt) Desenhar Elaboração de desenhos para ilustrar historia e contos criados pelos alunos.
Computador (impress) Elaborar slide Elaboração de slides das historias criadas pelos alunos
Impressos ( livros revistas ) Leitura e pesquisa Leitura de livros na biblioteca da escola
TV/dvd Exibição de filmes, músicas Filmes dos clássicos da literatura infantil; musicais,
Arte cênica Dramatização Jogral, versos, peças teatral
AVALIAÇÃO: Será realizada por meio dos avanços nas habilidades de leitura e escrita.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
SONETO DA TRAIÇÃO
A traição é como uma flecha em disparada
Carregada com bastante ingratidão.
Fere o nosso sentimento e a emoção,
Deixando a alma assim dilacerada.
E a perfídia que ataca o nosso ser
Para no campo do desprezo nos jogar.
Bate até palmas para o nosso rastejar,
Chega atirar nossa vontade de viver.
Da a coragem de apagar a própria luz
Quando na vida não se encontra mais a graça.
É uma força que ao desespero nos conduz.
É como o beijo que nos leva à cruz.
A traição gentilmente nos abraça
Da forma vil como abraçou Jesus.
Autor: José de Ribamar C. Filho
Carregada com bastante ingratidão.
Fere o nosso sentimento e a emoção,
Deixando a alma assim dilacerada.
E a perfídia que ataca o nosso ser
Para no campo do desprezo nos jogar.
Bate até palmas para o nosso rastejar,
Chega atirar nossa vontade de viver.
Da a coragem de apagar a própria luz
Quando na vida não se encontra mais a graça.
É uma força que ao desespero nos conduz.
É como o beijo que nos leva à cruz.
A traição gentilmente nos abraça
Da forma vil como abraçou Jesus.
Autor: José de Ribamar C. Filho
Meu cajueiro...
"Aos treze anos da minha idade, e três da sua, separamo-nos, o meu cajueiro e eu. Embarco para o Maranhão, e ele fica. Na hora, porém, de deixar a casa, vou levar-lhe o meu adeus. Abraçando-me ao seu tronco, aperto-o de encontro ao meu peito. A resina transparente e cheirosa corre-lhe do caule ferido. Na ponta dos ramos mais altos abotoam os primeiros cachos de flores miúdas e arroxeadas como pequeninas unhas de crianças com frio.
- Adeus, meu cajueiro! Até à volta!
Ele não diz nada, e eu me vou embora.
Da esquina da rua, olho ainda, por cima da cerca, a sua folha mais alta, pequenino lenço verde agitado em despedida. E estou em São Luís, homem-menino, lutando pela vida, enrijando o corpo no trabalho bruto e fortalecendo a alma no sofrimento, quando recebo uma comprida lata de folha acompanhando uma carta de minha mãe: "Receberás com esta uma pequena lata de doce de caju, em calda. São os primeiros cajus do teu cajueiro. São deliciosos, e ele te manda lembranças..."
"Humberto de Campos"
- Adeus, meu cajueiro! Até à volta!
Ele não diz nada, e eu me vou embora.
Da esquina da rua, olho ainda, por cima da cerca, a sua folha mais alta, pequenino lenço verde agitado em despedida. E estou em São Luís, homem-menino, lutando pela vida, enrijando o corpo no trabalho bruto e fortalecendo a alma no sofrimento, quando recebo uma comprida lata de folha acompanhando uma carta de minha mãe: "Receberás com esta uma pequena lata de doce de caju, em calda. São os primeiros cajus do teu cajueiro. São deliciosos, e ele te manda lembranças..."
"Humberto de Campos"
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